godô chegô, gogô!

1° temporada/ 2011
MOSTRA DE TEATRO COMETA CENAS
Universidade de Brasília 

DIREÇÃO de Pedro Mesquita
FIGURINO: O grupo
CENOGRAFIA: Pedro Mesquita 
ILUMINAÇÃO: Pepito 
SONOPLASTIA: Victorugo Docaos, Hugo Carvalho e Jessy Vasconcelos 
ELENCO: Kyll Nunes, Lorena Aloli, Marcia Amaral, Roberto Dagô, Tatiana Bevilacqua e Pedro Mesquita 

Criado a partir de processo colaborativo e da técnica de colagem. A dramaturgia partiu do texto "Esperando Godot", de Samuel Beckett, para conceber um texto autoral que estabelece conexões com outras peças já consagradas. Entre elas estão "Vestido de Noiva", de Nelson Rodrigues e "Medéia Zona Morta", do Teatro Invertido. 











um ensaio repetitivo e monótono

1° temporada/ 2011 
MOSTRA DE TEATRO COMETA CENAS
Universidade de Brasília 

DIREÇÃO de Tatiana Bevilacqua
CENOGRAFIA/FIGURINO: Roberto Dagô
ASSISTENTE DE CENOGRAFIA/FIGURINO: Amanda Rabelo
DRAMATURGIA: Marcia Amaral
SONOPLASTIA: Marcia Regina 
EDIÇÃO DE SOM E TRILHA: Hugo Carvalho
ARTE GRÁFICA: Roberto Dagô
ILUMINAÇÃO: Tatiana Bevilacqua, Roberto Dagô, Marcia Regina e Marcia Amaral 
PRODUÇÃO: Jessica Cardoso 
ELENCO: Márcia Amaral, Marcia Regina e Roberto Dagô

Em algum momento todas as folhas terão despencado de seus galhos, secarão esquecidas no chão até virarem pó. Em algum momento depois, será preciso aceitar que aquele canto não tornará a ocupar a gaiola. A distância até a completa escuridão estará no momento de alguns centímetros de cera. Mas ainda restará a árvore, alimentando-se daquilo que dela morreu.











claustro

1º temporada/ 2010
ENCONTROS CONCRETOS - Tratado Sobre as Belas Tristezas
FUNARTE - Teatro Plínio Marcos

DIREÇÃO de Adriana Lodi
DRAMATURGIA: Marcia Amaral
CENOGRAFIA/FIGURINO: Roberto Dagô
ILUMINAÇÃO: Alexandra Martins
SONOPLASTIA: Alma Arriaga
ELENCO: Pedro Mesquita, Marcia Regina, Ricardo de Souza, Nobu Kahi, Du Oliveira, Cristiano Hoppe Navarro e Yacine Italleug
MÚSICOS CONVIDADOS: Diego Rodrigues e Michelle Nogueira

A violência que me acomete dia-a-dia é a de me manter acorrentado ao meu eu de ontem. Não consigo abandonar nada do que eu tenho. Minha voz e minha memória me enclausuram numa jaula escura e então sigo acorrentado a mim mesmo durante toda a vida.










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