❚  dani diniz

Está no cenário de produção teatral de Brasília desde 2007, no qual já participou de todas as etapas, tais como atuação, produção, iluminação, dramaturgia e consultoria jurídica, dentre outras.

Começou a trabalhar com iluminação a partir de oficina com Guilherme Bonfanti (Teatro da Vertigem) em 2007. Realizou o desenho de luz dos espetáculos “As Bondosas”, de Rachel Mendes (2009); “Você não é Perfeita, Tchau”, de Alexandre Ribondi (2009); “Terceiro Lar”, de João Antônio (2008); e “A Quinta Hora”, de Marcello D’ Lucas (2008). Iluminou também “Depois da Chuva”, espetáculo de sua própria direção.

Como atriz e co-dramaturga, esteve nas performances “Beleza Artificial” (2005) e “Transfiguração” (2007) e nos espetáculos “De Carne Osso e Concreto” (2007) e “Dormentes” (2008). E atuou ainda nos espetáculos “Veredas da Salvação” (2005) e “Noites sem Fim” (2007).

Trabalhou no Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro de Brasília, de 2007 a 2009 e 2011. Em 2010, juntamente com Similião Aurélio, foi responsável pela produção de elenco da Campanha Presidencial do PT, candidata Dilma Roussef.

Em 2011 seu foco se volta para dramaturgia, com a execução de quatro projetos. Residência em Dramaturgia no Teatro da Vertigem – SP, via FUNARTE. Pesquisa sobre Dramaturgia de Grupo no Distrito Federal, via Fundo de Apoio a Cultura - DF. Direção e Roteiro de dois espetáculos teatrais, Sempre Cedo e Sem Sentido, também via FAC- DF.

 diego rodrigues

Em 2007, iniciou sua prática teatral com a oficina de teatro do DCE do UniCEUB. Em 2008, participou da oficina de teatro com ênfase no movimento corporal ministrada por Pedro Martins no Circo Íntimo e realizou um curso de roteiro para cinema conduzido pelo prof. Marco Ligocki. No ano seguinte, cursou a oficina para ator-compositor do prof. Fred Tolipan no Rio de Janeiro, e iniciou seu trabalho com a prof. Adriana Lodi no Espaço Cultural Renato Russo. Com ela, foram três oficinas: por duas vezes, a oficina Teatrando Iniciante e, no segundo semestre de 2009, a oficina Teatrando Montagem que resultou no espetáculo Enquanto.

No ano de 2010, atuou no curta-metragem Charutos não dizem nada, menção honrosa na Mostra Brasília do 44º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, e ingressou no grupo de formação da companhia de dança contemporânea Anti Status Quo (ASQ) que resultaram na performanceDalí no Jogo de Cena e na intervenção urbana Câmera lenta.

Em 2011, atuou no espetáculo O liquidificador e Labirinto de desejos, ambos na mostra semestral de artes cênicas da UnB - Cometa Cenas.

Desde 2011, também se tornou colaborador do Coletivo Palavra tendo realizado duas performances, como resultado: Performance dos livros e O mendigo profeta. Este ano, realizou a oficina Desvios em trânsito no âmbito do Festival Brasileiro de Teatro - cena gaúcha e apresentou trechos do espetáculo O liquidificador durante a Mostra Vivas.

 jessica cardoso

Mais focada no universo virtual de organização, comunicação e marketing, Jessica é a responsável por cuidar desta área na companhia. Foi a fundadora e gerenciadora de um website dedicado a cantora norte-americana Pink de 2005 a 2012. Trabalhou nas mídias sociais da banda Móveis Coloniais de Acaju por mais de 1 ano e atualmente auxilia na manutenção da fanpage do jornalista Ricardo Noblat - O Globo.

É graduanda de Artes Cênicas na Universidade de Brasília - DF. Na sua trajetória artística, foi protagonista do espetáculo SEXTON (2013) atuando em 50 apresentações no Centro Cultural do Banco do Brasil de Brasília e do Rio de Janeiro; se apresentou nos Estados Unidos e na África com o espetáculo BACANTES E BRINCANTES (2010-2012) dirigido por Wellington Abreu da Cia Hierofante Teatro de Rua; realizou leitura dramatizada da peça VESTIDO DE NOIVA (2011) na rede SESC de Taguatinga; no ano de 2010 atuou na peça LEGIONÁRIOS DA CAPITAL no teatro da Caixa Cultural sob direção de Luana Proença e no espetáculo CHUVA DE PEIXE (2010) dirigida por Adriana Lodi no Espaço Cultural Renato Russo. Nesta época que começou também a se apresentar com NANÁ E JUQUINHA - NA FANTÁSTICA VIAGEM DO TEMPO (2010) circulando por escolas do Distrito Federal, incluindo o SESI de Taguatinga e Ceilândia.

Na sua formação teve a orientação de grandes nomes da cena teatral como Maurice Durozier, Theatre Ad Infinitum, Irmãos Guimarães, Luciana Martuchelli, Murilo Grossi, Francis Wilker - diretor do Teatro do Concreto, Giselle Rodrigues, Antônio Nóbrega e Marcos Bravo. No Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro de Brasília - teve a oportunidade de participar de workshops e palestras com grupos de teatro de diversos países como México, Cuba e Colômbia.

 kyll nunes

É estudante de Artes Cênicas na Universidade de Brasília, estando no 8º semestre do curso.

Desenvolve, atualmente, pesquisas sobre performance e teatro em dois grupos distintos: o Teatro da Sacola, dirigido por Jean Bottentuit e o Obs:cênicos – Performance e Intervenção, dirigido por Jessica Vasconcelos. Em 2011 explorou o universo do Teatro Performativo com o diretor Fernando Villar, o que resultou no espetáculo Performacne, do qual foi uma das atrizes-performers.

Apesar do foco na performance, também atuou em espetáculos com outros tipos de estética, dentre os quais pode-se destacar: Rosa Vermelha, dirigido por IzabelaParise e contemplado com o Fundo de Apoio à Cultura em 2011; O que você foi quando era criança, dirigido por Cyntia Carla, no qual foi atriz e maquiadora; e Enquanto, dirigido por Adriana Lodi.

 marcia amaral

Formada em artes plásticas pela UFMG e artes cênicas pela Faculdade Dulcina de Moraes. Participou entre 2007 e 2009 da oficina Teatrando Montagem com a diretora Adriana Lodi, trabalhando como atriz e criadora das montagens “De Carne Osso e Concreto” (2007), “Dormentes” (2008) e “Enquanto” (2009).

A partir de 2010 passou a integrar o Núcleo de Experimentação Cênica - NEC, com o qual viveu a imersão na Funarte junto ao Grupo Teatro do Concreto. Dessa primeira incursão no processo colaborativo surgiu o espetáculo “Claustro”, sua primeira experiência como dramaturga.

Em 2011, também em processo colaborativo, foi dramaturga e atriz no espetáculo “Um Ensaio Repetitivo e Monótono”, estreado pelo grupo NEC. Estreou no cinema no corrente ano no curta “Somos Todos Inocentes”.

 marcia regina

Formanda em Licenciatura no curso de Artes Cênicas pela Universidade de Brasília – UnB. Desde 2010 é pesquisadora no projeto de pesquisa “Pequisação”, orientado pela Doutora Janaína Deane de Abreu Sá Diniz, que tem como foco principal a cadeia produtiva de frutos do Cerrado no Distrito Federal e Entorno. Participou por dois anos (2009 – 2010) da oficina Teatrando Montagem, orientado por Adriana Lodi, tendo participando da criação e execução dos espetáculos “Enquanto” e “Chuva de Peixe”. De 2010 a 2012 integrou o grupo de teatro Núcleo de Experimentação Cênica – NEC, tendo participando da criação e execução dos espetáculos “Claustro” e “Ensaio Repetitivo e Monótono”. Atualmente é integrante do grupo de teatro Cia. Víçeras, que tem como objetivo a fricção de inúmeras linguagens para criação artística, e da Companhia Vestígios, grupo de dança dirigido por Vancllea Porath. Ainda integra o grupo de pesquisa Imagem e(m) Cena, orientado pela profa. Luciana Hartmann e Roberta Kumasaka Matsumoto, que tem como foco o estudo teórico-prático sobre a produção audiovisual de performances artísticas e culturais. Paralelamente, vem pesquisando a linguagem do vídeo-dança e a performance, tendo criando inúmeros vídeos experimentais do dialogo do corpo com a cidade como possibilidade dramatúrgica para vídeo-dança. Participou da montagem do documentário etnográfico “Cacuriá Filha Herdeira: Dinâmicas de uma tradição dançada” (2012), dirigido por Luciana Hartmann, e ainda participou da criação e execução do curta “Super HD” (2012).

 pedro mesquita

Pedro Mesquita é ator, diretor e estudante de Licenciatura em Artes Cênicas na Universidade de Brasília, estando no 9º semestre do curso. Dentro da Universidade teve oportunidade de desenvolver diversos trabalhos com diretores como Hugo Rodas (na montagem de Os Saltimbancos) e Fernando Villar (em Mortes Certas e Perfomance).

Atualmente, atua como palhaço em hospitais públicos do Distrito Federal pelo grupo Doutoras Música e Riso, coordenado por Antônia Villarinho, e desenvolve pesquisa teórico-prática sobre o Teatro Performativo, sob a orientação de Simone Reis, no grupo laboratório de Performance e Teatro do Vazio (LPTV). Com este mesmo grupo participou do processo de criação e do elenco do espetáculo de ruaFale com ela doce como o quê?que foi contemplado com o prêmio FUNARTE – Artes Cênicas na Rua.

Além dos trabalhos com performance e teatro de rua, Pedro Mesquita valoriza os processos de criação colaborativa; método com o qual se identificou desde a imersão em Processo Colaborativo oferecida pelo Teatro do Concreto e Zé Regino, em projeto de ocupação da Funarte. Participou de importantes cursos de formação, dentre os quais se pode citar: Teatrando Montagem sob a direção de Adriana Lodi e a Oficina de Atuação e Direção de Cena, com o Teatro Oficina UzynaUzona, de Zé Celso.

 roberto dagô

Cursa o 10º semestre de Artes Plásticas na UnB. Paralelamente, pesquisa performance, dança, vídeo-dança, atuação, cenografia e figurino. Integra o grupo teatral NEC; Companhia Vestígio, grupo de dança dirigido por VanclleaPorath; Coletivo Afluentes, coletivo de artistas com práticas em performance, dança e intervenção urbana e é colaborador do Coletivo Palavra. Atuou nos espetáculo “Noites Sem Fim”(2005), dirigido por Edson Duavy; “Esquetes”(2007), por Abaetê Queiróz; “Enquanto”(2009) e “Claustro”(2010), dirigidos por Adriana Lodi; e “Um Ensaio Repetitivo e Monótono”(2011), por meio de Processo Colaborativo do grupo NEC.

Dentre as atividades formativas, pode-se destacar: Oficina de Interpretação Textual (2010), ministrada pelos irmãos Guimarães; Imersão em Processo Colaborativo (2010), pelo Teatro do Concreto; Oficina Cartografias da Cena Contemporânea (2011), por Francis Wilker. Em intercâmbio universitário para Lisboa, Portugal, frequentou o SCENA Lisboa 2012, evento semestral que reúne profissionais do panorama teatral europeu para realizar oficinas, palestras e debates; também cursou “Projeto e Oficina em Cenografia II”, “Intervenção Artística no Espaço Urbano” e “Figurino II” na Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa (2012), ministradas pelo arquiteto Miguel Baptista Bastos, o cenógrafo Paulo Oliveira e pelo estilista e figurinista Francisco Silva.

Desenvolveu e aplicou a Oficina Cênico-plática, sobre a teatralidade nos processos plásticos, no Centro Cultural Renato Russo, 508 sul; além de trabalhar como arte-educador desde 2009 em projetos premiados como “BrasiliAthos” e “Idas e Vindas”, com estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública.

 tatiana bevilacqua

Iniciou sua prática no teatro com a oficina Teatrando I, ministrada por Adriana Lodi no Espaço Cultural Renato Russo em 2008. Logo em seguida ingressou na Universidade de Brasília para o curso de Artes Cênicas, enquanto simultaneamente realizava a oficina Teatrando Montagem, também ministrada por Adriana Lodi, em 2009. Esta oficina resultou no espetáculo Enquanto no qual participou como criadora (em conjunto com os outros integrantes) e atriz. Ainda em 2009 fez uma campanha publicitária para televisão. Neste mesmo período estagiou pela primeira vez no Cena Contemporânea, o que veio a se repetir das duas edições seguintes do festival (2010 e 2011).

Tatiana Bevilacqua foi atriz de espetáculos como: A Geladeira, dirigido por Alice Stefânia (2010), Um pintassilgo, o gato e as estrelas e Noite dirigidos por César Lignelli (2010), Performacne: meu nome é,dirigido por Fernando Villar (2011). Foi atriz do curta-metragem Copo D’água, dirigido por Maurício Chades (2011). Trabalhou como produtora da etapa Convida nas Escolas do Festival Móveis Convida, realizado pela banda Móveis Coloniais de Acaju. Fez Assistência de Produção do Espetáculo Depois da Chuva, contemplado pelo FAC em 2010 (2011). Desde 2010 até o corrente ano é integrante do grupo NEC – Núcleo de Experimentação Cênica, onde desenvolveu, como diretora teatral, o espetáculo Um Ensaio Repetitivo e Monótono (2011).


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